Mottó: "A boldogság keresése életmód... Soha nem késő annak lenned, aki szerettél volna."
Interests
film/színház/muzsika kirándulás/túrázás
Favorite Music
Sok-sok van. Műfajtól függetlenül minden, ami "megérint".
Klasszikus zene, népzene, olasz dalok, francia sanzonok, dixiland, pop-rock, musical stb.
Favorite Movies
Távol Afrikától (Out of Africa) Casablanca Egy csodálatos elme (The beautiful mind) A tanú (Bacsó Péter)
Favorite TV Shows
futballmeccsek (nemzetközi - sajnos) ismeretterjesztő filmek
Favorite Books
Gárdonyi Géza: Egri csillagok Dosztojevszkij: Bűn és bűnhődés Dosztojevszkij: A félkegyelmű Daniel Keyes: Virágot Algernonnak (Flowers for Algernon) James Jones: Most és mindörökké (From here to eternity) Erich Maria Remarque: A diadalív árnyékában (Arc de Triomphe)
Favorite Quote
"Ame profunda e passionalmente. Você pode se machucar, mas é a única forma de viver o amor completamente." (Dalai Lama)
"Nous devons apprendre à vivre ensemble comme des frères sinon nous allons mourir tous ensemble comme les idiots." (Martin Luther King)
Era ainda pequenino Era ainda pequenino Acabado de nascer Acabado de nascer.
'Inda mal abria os olhos 'Inda mal abria os olhos Já era para te ver... ...acabado de nascer.
'Inda mal abria os olhos 'Inda mal abria os olhos Já era para te ver... ...acabado de nascer.
Quando eu já for velhinho Quando eu já for velhinho Acabado de morrer Acabado de morrer.
Olha bem para os meus olhos Olha bem para os meus olhos Sem vida são p'ra te ver... ...acabados de morrer.
Olha bem para os meus olhos Olha bem para os meus olhos Sem vida são p'ra te ver... ...acabados de morrer.
Era ainda pequenino Era ainda pequenino Acabado de nascer Acabado de nascer.
'Inda mal abria os olhos 'Inda mal abria os olhos Já era para te ver... ...acabado de nascer.
'Inda mal abria os olhos 'Inda mal abria os olhos Já era para te ver... ...acabado de nascer.
Adriano Correia de Oliveira (Avintes, 9 de Abril de 1942 — Avintes, 16 de Outubro de 1982), foi um músico português e um dos mais importantes intérpretes do fado de Coimbra. Fez parte da geração de compositores e cantores de cariz político, que foram usadas para lutar contra o Estado Novo e que ficou conhecida como música de intervenção. ( Retirado da Wikipédia ) de: CachopaLinda
De negro vermelho Em campo aberto mal fechado pela paz em construção pelo pão que se não faz pela liberdade sem caridade ... Coisas belas só de vê-las uma criança em contradança com imaginação no coração esperança e alegria pedra a pedra no dia-a-dia da cidade em democracia. Não há criação sem mim, diz o patrão amigo da servidão de porrete na mão ! Quem assola o sossego de quem teme o povo demente seja ou não terra-tenente com o zé povão em baraço ? Mas poderá haver outra inspiração poderá um homem dizer sim ou não deixando de ser solidário com quem tem mau solário quando lhe pesam a fome a sede e a opressão de quem não tem pão no meio da escuridão ?!
"Vem por aqui" --- dizem-me alguns com olhos doces, Estendendo-me os braços, e seguros De que seria bom se eu os ouvisse Quando me dizem: "vem por aqui"! Eu olho-os com olhos lassos, (Há, nos meus olhos, ironias e cansaços) E cruzo os braços, E nunca vou por ali...
A minha glória é esta: Criar desumanidade! Não acompanhar ninguém. - Que eu vivo com o mesmo sem-vontade Com que rasguei o ventre a minha mãe
Não, não vou por aí! Só vou por onde Me levam meus próprios passos...
Se ao que busco saber nenhum de vós responde Por que me repetis: "vem por aqui!"?
Prefiro escorregar nos becos lamacentos, Redemoinhar aos ventos, Como farrapos, arrastar os pés sangrentos, A ir por aí...
Se vim ao mundo, foi Só para desflorar florestas virgens, E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada! O mais que faço não vale nada.
Como, pois sereis vós Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem Para eu derrubar os meus obstáculos?... Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós, E vós amais o que é fácil! Eu amo o Longe e a Miragem, Amo os abismos, as torrentes, os desertos...
Ide! Tendes estradas, Tendes jardins, tendes canteiros, Tendes pátria, tendes tectos, E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios... Eu tenho a minha Loucura ! Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura, E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém. Todos tiveram pai, todos tiveram mãe; Mas eu, que nunca principio nem acabo, Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.
Ah, que ninguém me dê piedosas intenções! Ninguém me peça definições! Ninguém me diga: "vem por aqui"! A minha vida é um vendaval que se soltou. É uma onda que se alevantou. É um átomo a mais que se animou... Não sei por onde vou, Não sei para onde vou - Sei que não vou por aí!
José Maria dos Reis Pereira, better known by the pen name José Regio (Vila do Conde, Portugal,September 17, 1901 — December 22, 1969 ) was a Portuguese writer which lived most of his life in Portalegre (1928 to 1967). He was the brother of Júlio Maria dos Reis Pereira.
Perguntei ao vento Onde foi encontrar Mago sopro encanto Nau da vela em cruz Foi nas ondas do mar Do mundo inteiro Terras da perdição Parco império mil almas Por pau de canela e mazagão
Pata de negreiro Tira e foge á morte Que a sorte é de quem A terra amou E no peito guardou Cheiro da mata eterna Laranja luanda Sempre em flor.
O barco vai de saída Adeus ó cais de alfama Se agora vou de partida Levo-te comigo ó cana verde Lembra-te de mim ó meu amor Lembra-te de mim nesta aventura P´ra lá da loucura P´ra lá do equador
Ah! mas que ingrata ventura bem me posso queixar Da pátria a pouca fartura Cheia de mágoas ai quebra mar Com tantos perigos ai minha vida Com tantos medos e sobressaltos Que eu já vou aos saltos Que eu vou de fugida
Sem contar essa história escondida Por servir de criado a essa senhora Serviu-se ela também tão sedutora Foi pecado Foi pecado E foi pecado sim senhor Que vida boa era a de lisboa
Gingão de roda batida Corsário sem cruzado Ao som do baile mandado Em terras de pimenta e maravilha Com sonhos de prata e fantasia Com sonhos da cor do arco-íris Desvairas se os vires Desvairas magia
Já tenho a vela enfunada Marrano sem vergonha Judeu sem coisa sem fronha Vou de viagem ai que largada Só vejo cores ai que alegria Só vejo piratas e tesouros São pratas são ouros São noites são dias
Vou no espantoso trono das águas Vou no tremendo assopro dos ventos Vou por cima dos meus pensamentos Arrepia Arrepia E arrepia sim senhor Que vida boa era a de lisboa
O mar das águas ardendo O delírio dos céus A fúria do barlavento Arreia a vela e vai marujo ao leme Vira o barco e cai marujo ao mar Vira o barco na curva da morte Olha a minha sorte Olha o meu azar
E depois do barco virado Grandes urros e gritos Na salvação dos aflitos Esfola, mata, agarra Ai quem me ajuda Reza, implora, escapa Ai que pagode Reza tremem heróis e eunucos São mouros são turcos São mouros acode
Aquilo é uma tempestade medonha Aquilo vai p´ra lá do que é eterno Aquilo era o retrato do inferno Vai ao fundo Vai ao fundo E vai ao fundo sim senhor Que vida boa era a de lisboa. .